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   Uma cidade abençoada em todos os aspectos, sem falar no seu generoso aspecto geográfico. Primeiro vila, depois capitania hereditária de Portugal e por fim cidade (Cidade de São Jorge dos Ilhéus), bem entrecortada por água, tendo algumas ilhas costeiras, a qual se destaca a Pedra de Ilhéus (lugar onde se pratica a pesca submarina), possui também algumas ilhas fluviais. O litoral é acompanhado por uma série de restingas que se interrompem nas embocaduras dos rios. Encontramos em Ilhéus cinco morros, o qual se destaca entre eles o morro de São Sebastião, por sediar a capitania cujo donatário era Jorge de Figuerêdo Correia, que em sua homenagem a sede, recebeu o nome de Vila de São Jorge dos Ilhéus e também por causa das pequenas ilhas existentes ao longo da costa. A carta de doação da referida capitânia foi assinada em Évora em 26/06/1534, e possuía cinqüenta léguas de costa, contadas a partir da Ilha de Itaparica. No inicio da colonização do Brasil, a Vila de São Jorge chegou a ser a mais próspera e rica, e não parou por aí; no governo de Tomé de Souza, Ilhéus era o maior centro econômico do Brasil. Em 1551, morre o donatário Jorge Figuerêdo passando a capitania para o seu filho mais novo, que conseguiu licença para vendê-la, e a partir daí foi mudando de dono constantemente, dificultando a retomada do crescimento. O seu último dono foi D. Antonio José de Castro, que recebera de Marquês de Pombal (nomeado 1° Ministro da Corte) como troca o título de conde, acabando então com as Capitânias hereditárias (09/06/1754), e Ilhéus passou a pertencer a coroa portuguesa. No dia 28/06/1881, através da lei provincial n° 2.187, que foi referenciada pelo Marquês de Paranaguá, Ilhéus foi elevada à Categoria de Cidade. Em 1913 a cidade foi transformada em bispado, tendo o seu 1° Bispo D. Manoel Antonio de Paiva, que depois foi substituído por D. Eduardo José Herberold, cujos restos mortais encontram-se na Catedral de São Sebastião, obra tão sonhada por ele. No meado do Século XIX quando a plantação de cacau começou a produzir riqueza, Ilhéus realmente alcançou o seu verdadeiro apogeu. Em 1927 / 1928 a exportação de cacau chegou a um elevadíssimo preço, neste período Ilhéus parecia um eldorado, conta um dos nossos escritores Raymundo de Sá Barreto, em um de seus livros. Esta fase foi tão importante que inspirou Jorge Amado a escrever alguns romances: época dos cabarés, mulheres e Corrida de Cavalo. Ilhéus, não só produziu cacau, aqui foi produzido vários escritores, dentre eles destacaram Adonias Filho, Jorge Amado, porque não dizer “Amado Jorge”, este responsável por ter divulgado a cidade de Ilhéus para o mundo inteiro, através dos seus romances. Não esquecendo também dos poetas que contaram as suas belezas, sua cultura e sua tradição. Com a queda do preço do cacau no mercado internacional, Ilhéus foi declinando do trono de majestosa cidade que vivia da monocultura de um fruto que consideravam ouro. E aproveitando a historia do seu passado (a saga do cacau), e tantas outras, assim como a sua beleza natura, suas matas virgens, seu encanto, praias lindíssimas, lagoas, exuberantes rios, sem falar no centro histórico com o seu casaril, hoje tombado como patrimônio historico. Diante do exposto não foi difícil para esta cidade encantadora que se atirou com uma célere agilidade para os braços do turismo, (considerado como uma indústria sem chaminé), hoje Ilhéus conta com grandes hotéis, pousadas, agências modernizadas de turismo, aeroporto estilo internacional, e o melhor de tudo “gente hospitaleira”, como foi dito não foi difícil a curiosidade do mundo inteiro de conhecer Ilhéus já existia antes mesmo de se tornar uma cidade turística. Pois a divulgação já era plena, através dos romances escritos pelo nosso Amado Jorge, entre eles se destaca o polêmico romance “Gabriela Cravo e Canela”, história vivida entre o Vesúvio do Sr Nacib e o Bataclan de Maria Machadão. Hoje, Ilhéus conta com mais ou menos 240.000 habitantes, segundo o IBGE, está localizada a 450km da capital do estado, Salvador – BA. Venha nos conhecer e fazer um turismo diferente, que só tem por aqui, não tem no resto do Brasil, é o turismo das praias, do cacau e do eco turismo.

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